Liderança vs. Gestão – Entendendo as Diferenças

Uma das principais discussões no mundo de hoje é centrada na correlação entre gestão e liderança. Há pessoas que falam sobre os dois sistemas como intercambiáveis, enquanto muitos acreditam que os dois são formas inerentemente diferentes de operar.

Para entender as diferenças entre liderança e gestão, é essencial examinar as definições das práticas. O Dicionário Oxford define gerenciamento como “ o processo de lidar ou controlar coisas ou pessoas ”. A prática geralmente está ligada a palavras como dirigir, controlar, organizar e planejar . O objetivo da gestão é garantir que o grupo específico de pessoas se mova em harmonia com os objetivos estabelecidos. Sob gestão, as metas de economia são estabelecidas e os processos para alcançá-los são identificados pela gerência. O objetivo é atingir esses objetivos da maneira mais eficiente possível.

Em um artigo do Guardian, John Kotter, professor de liderança na Universidade de Harvard, definiu a essência da administração como “ um conjunto de processos que mantém uma organização funcionando”. ”A gerência lida com muitas atividades do dia-a-dia que podem até parecer mundanas. A gerência será responsável pelo planejamento e pesquisa dos objetivos e processos; garantir que as pessoas certas estejam nas posições certas; medir e supervisionar o desempenho; e encontrar soluções quando as coisas correm mal. A gerência também é responsável pela alocação de recursos para concluir as tarefas entre os subordinados. As fontes podem variar de financeiras para tecnológicas, por exemplo. A gerência é uma posição de autoridade, na qual a autoridade geralmente vem da posição. Isso pode ser devido à hierarquia ou à antiguidade da estrutura organizacional. Em essência, a gerência tem subordinados que trabalham para eles e espera-se que sigam o gerenciamento quando se trata de concluir as tarefas.

E quanto a liderança? O Dicionário Oxford define a liderança como ” a ação de liderar um grupo de pessoas ou uma organização, ou a capacidade de fazer isso” . A definição já mostra a principal diferença entre gestão e liderança. Enquanto a gerência falou sobre direcionar o processo para alcançar uma meta, a liderança está mais interessada em como mover um grupo de pessoas em direção a uma meta. Em sua essência, a liderança é sobre influenciar e motivar o grupo específico de pessoas. O líder está preocupado em apoiar a equipe durante o processo e capacitar a equipe, em vez de simplesmente supervisionar que tudo seja feito como planejado anteriormente.

Guilherme Paulus conduz encontro sobre empreendedorismo organizado pela ADVB/RS

Guilherme Paulus, sócio-fundador da agência CVC e atual presidente do Conselho Conselho Administrativo da empresa, foi o escolhido pela Associação dos Dirigentes de Marketing e Vendas do Brasil (ADVB/RS) para participar do evento Você com o Presidente, um encontro no qual grandes empresários compartilham suas experiências profissionais na área do empreendedorismo.

O encontro aconteceu no auditório de conveniências da ADVB, que passou por um extenso processo de reformulação recentemente, em um projeto liderado pelo profissional Vicente Saldanha. Durante o acontecimento, Telmo Costa, que é o presidente da associação, participou na função de mediador, contando com a ajuda de Gustavo Ene, da LIDE SUL, e do consultor Arthur Bender.

Ao longo de sua carreira repleta de sucessos, Guilherme Paulus tornou uma pequena agência de turismo do interior paulista em uma das maiores empresas do setor na América Latina, responsável por movimentar bilhões e por cuidar da viagem de milhões de passageiros. Nos dias de hoje, após ter sido vendida para o fundo Carlyle, a rede CVC possui cerca de oito mil agentes de viagem e mais de 700 filiais por todo o Brasil.

Além da relação que ainda possui com a CVC, Guilherme Paulus ainda faz parte do Conselho Nacional de Turismo e é o administrador da GJP Participações, a rede que cuida das operações da GJP Hotéis & Resorts. Portanto, essa vasta experiência do empresário foi o que levou a ADVB/RS a convidá-lo para debater sobre empreendedorismo e contar mais sobre a sua trajetória bem-sucedida para os convidados presentes, muitos deles também empresários.

No decorrer do encontro, Guilherme Paulus começou relembrando o início dos seus negócios, na década de 70, quando decidiu juntar as economias para abrir uma agência de viagens em parceria com o sócio Carlos Vicente Cerchiari, na cidade de Santo André. Em alguns anos, Cerchiari optou por vender a sua parcela nos negócios para ele, o que só o motivou ainda mais a fazer a empresa dar certo e expandir suas operações para toda a região.

Nesse início, a CVC cresceu principalmente por vencer pacotes de excursões para os metalúrgicos que trabalhavam no ABC paulista. Mais tarde, já consolidada no mercado, a rede permaneceu com uma característica inovadora, se destacando das demais ao ser pioneira em ações jamais adotadas por nenhuma outra, como no frete de aeronaves para voos internacionais.

Atualmente, o empresário se preocupa principalmente com a gestão da GJP Hotéis & Resorts, a qual administra diversos resorts Brasil afora. Anos antes, em 2006, Guilherme Paulus ainda investiu no segmento da aviação ao comprar a pequena companhia aérea Webjet, a qual contava somente com um avião ativo. Durante cinco anos, o empresário transformou a companhia na terceira maior do país nesse setor, responsável por operar mais de 15 aviões, além de trechos para cerca de 20 cidades diferentes. Nessa conjuntura, o empresário decidiu aceitar a proposta de compra da Gol, no que se caracterizou em uma das maiores transações da história da aviação no Brasil.

Como líder do Conselho de Administração da CVC, o empresário vivenciou períodos históricos para a empresa, que ele destaca como marcantes para a sua carreira. No início do ano de 2010, por exemplo, o objetivo de preservar a rede o levou a apoiar a sua associação com um dos grandes fundos de private equity dos Estados Unidos, o Carlyle Group.

A trajetória de Guilherme Paulus para virar o maior hoteleiro nacional

Guilherme Paulus tem como objetivo virar o maior hoteleiro do Brasil. Em 2009, ele vendeu o controle de sua empresa ao Carlyle, fundo americano. A transação foi avaliada em R$ 1 bilhão, ou US$ 420 milhões. A transação fez ele entrar na lista de bilionários da Forbes Brasil.

Em 2015, ele tinha a fortuna avaliada em mais de R$ 1,9 bilhão. Com esse valor, seria possível comprar o avião privado de mais luxo em todo o mundo. O valor também tornaria possível começar a voar na primeira classe das rotas comerciais.

O empresário Guilherme Paulus foi o responsável a transformar a CVC, de Santo André, São Paulo, que na época estava endividada, na maior agência de viagens da América Latina e terceira maior do mundo. No comando da agência de viagens, Paulus conheceu cada canto do Brasil, seja de navio, avião ou ônibus, e também diversos destinos internacionais. Para a Forbes, ele afirmou ser “doente pelo trabalho” e que isso está em seu DNA.

Ainda em 2015, Paulus detinha 25% da CVC, além de ser o único dono da GJP Hotels & Resorts. A GJP Hotels & Resorts foi criada em 2005. Com essas credenciais, ele deseja virar o maior hoteleiro do Brasil. Ou seja, aposentadoria está fora de cogitação. Em seu dicionário, a palavra mais famosa é “recomeço”.

A CVC tinha quase 1.000 lojas em operação em 2015 e registrou aumento de 14,3% na quantidade de passageiros apenas no primeiro semestre daquele ano. Ainda na época, 65% das viagens vendidas pela agência de viagem eram internas, enquanto 35% eram externas. Guilherme Paulus afirma que, mesmo em épocas de dólar supervalorizado e de crise, o brasileiro continua viajando. O destino pode mudar, mas a viagem ainda acontece.

Na época, o turismo representava 9% do PIB mundial, movimentando 52 setores da economia. Já em território nacional, o turismo correspondia a 3,5% do PIB. Apesar de baixo, há espaço para crescimento. Paulus nunca se mostrou preocupado nem mesmo com aplicativos modernos como o Airbnb. Sua história teve início em 1995, quando comprou o hotel Serrano, em Gramado, Rio Grande do Sul. Guilherme Paulus também comprou a Webjet, e em seguida vendeu para Gol, numa das maiores transações do setor.

Até alguns anos atrás, a GJP tinha R$ 500 milhões em ativos. A rede hoteleira contava com 13 empreendimentos, sendo seis deles próprios. Os empreendimentos se localizam em Maceió (AL), Porto de Galinhas (PE), Aracaju (SE), Recife (PE), Salvador (BA), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Gramado (RS) e Foz do Iguaçu (PR). Há ainda empreendimentos em obras na capital Rio de Janeiro, no Paraná (Maringá e Londrina), no Pará (Belém e Paragominas), no Distrito Federal (Brasília) e em Minas Gerais (Belo Horizonte e Juiz de Fora).

A GJP também estava para deter as bandeiras Linx, de 3 estrelas, Prodigy, de 4 estrelas e Wish, de 5 estrelas, contabilizando 22 hotéis no Brasil em sua gestão e faturamento de R$ 250 milhões. Para comparação, a empresa teve receita de R$ 150 milhões em 2014, fechando a conta com lucro.

Guilherme Paulus tinha o objetivo de construir 19 novos hotéis de 3 estrelas, com aporte de R$ 1 bilhão. Mas a crise fez a ideia ser adiada. Independente do cenário, o seu objetivo final é claro: ter hotéis em todo o Brasil.

Saiba mais: https://www.panrotas.com.br/hotelaria/investimentos/2018/08/guilherme-paulus-abrira-hotel-de-luxo-com-nova-bandeira-em-sp_158399.html

Direto da fantasia: empresária confecciona biquínis inspirados em princesas

O universo dos contos de fadas costuma agradar pessoas em todo o mundo. Vale ressaltar que também os adultos se veem encantados com imagens que remetam a este tipo de assunto. Isso pode ser observado através da vasta gama de itens que é confeccionada com motivos decorativos dessa natureza.

Uma empreendedora, ao se mudar para os Estados Unidos, tomou a decisão de ingressar nesse mercado que adota personagens de contos de fadas em seus produtos. De origem francesa, Sina Faton, achou interessante escolher um filão do mercado ainda pouco explorado: o de roupas de praia voltadas para adultos.

Assim sendo, a empresária idealizou como seriam os biquínis utilizados por princesas como a Branca de Neve e a emblemática Rapunzel. Ela, entretanto, foi ainda mais além, uma vez que não deixou de fora vilãs e demais personagens que fazem parte dessas histórias.

Batizada de Enchanted Bikinis, a empresa fundada por ela vende peças com preços variados, que custam a partir de 100 dólares. Dentre os itens mais demandados à confecção, os biquínis inspirados em sereias são os que mais se destacam, esclarece a empresária.

Embora esteja se dando bem em seus negócios, a formação da empresária é na área farmacêutica. A inspiração para suas criações têxteis remontam de sua infância, quando já se via encantada com as histórias de contos de fada. Ao se tornar adulta, contudo, o desejo de manter viva a atmosfera de fantasia suscitou com que buscasse trabalhar nesse tipo de ramo.

Utilizadora de suas próprias criações, ela esclarece que ao se mudar para uma cidade praiana decidiu comprar este tipo de biquíni e não obteve sucesso. Desse modo, começou a pensar na possibilidade de abrir um negócio que atendesse essa demanda. A francesa explica que a mudança para a Califórnia foi determinante para que isso ocorresse.

Com o passar do tempo, a empresária achou conveniente oferecer à clientela produtos de modo mais completo. Para que isso se tornasse realidade, ela passou a criar diversos tipos de adereços complementares, tais como flores postiças, tiaras, tranças e laços. Até mesmo capas para celulares foram idealizadas por ela, bem como toalhas temáticas.

Saiba mais:

https://revistapegn.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2019/01/francesa-cria-linha-de-biquinis-inspirados-em-contos-de-fadas.html

Estratégias de marketing

Os planos de marketing só podem se desenvolver depois que uma empresa determina vários aspectos sobre seu modelo de negócios. Eles devem entender a missão principal da empresa, quais clientes serão alvo e quem são seus concorrentes. Fazer uma auto-análise cuidadosa pode ajudar as empresas emergentes a definir seu lugar no mercado e definir metas realistas. O tipo de empresa que uma empresa se esforça para ser também afetará suas decisões de marketing. Se uma empresa decidir comercializar para clientes profissionais, provavelmente não usará vídeos virais engraçados no Youtube.

Os detalhes do plano dependerão em grande parte da estratégia de marketing específica que uma empresa escolhe. As estratégias de marketing de relacionamento são significativamente diferentes do marketing viral (veja também Marketing de Relacionamento ) . É importante definir em qual tipo de marketing se concentrar e depois concentrar todos os esforços nessa área. Um plano de marketing abrangente ajuda as empresas a manter esse foco enquanto revisam suas estratégias. A maioria dos planos de marketing não cobre mais de um ano de tempo porque as start-ups enfrentam circunstâncias tão incertas, exigindo que as empresas sejam flexíveis e abertas a mudanças rápidas.

Os planos de marketing empresarial baseiam-se em informações de todos os aspectos da empresa – da produção, ao financiamento e ao pessoal. Para ter sucesso, as start-ups devem trabalhar de forma coordenada para usar seus recursos da forma mais eficiente possível. As decisões de marketing devem refletir as circunstâncias do mundo real que a empresa enfrenta.

As métricas de economia usadas para avaliar o plano de marketing devem refletir os objetivos da empresa. Essas metas podem variar de maximizar lucros, alcançar a base de clientes mais ampla e redefinir um mercado específico. Cada objetivo exigirá uma estratégia de marketing diferente e será avaliado em termos diferentes. As empresas emergentes precisam definir metas quantitativas para si mesmas e depois revisar suas estratégias se essas metas não forem cumpridas. Caso contrário, o crescimento é impossível.

Os gerentes de produto são mais comuns em empresas que oferecem vários produtos de varejo. Eles são responsáveis ​​pelo desenvolvimento de produtos novos e existentes com base em pesquisa de mercado e objetivos da empresa.

3 tipos e exemplos de empresas sociais

Os negócios sociais são pensados primeiramente para ajudar a movimentar e economia local. As empresas sociais são fundadas para resolver uma gama de necessidades sociais e muitas vezes variam em seu modelo. Estas são três abordagens comuns, juntamente com alguns dos melhores exemplos de classe de cada modelo.

O MODELO DE INOVAÇÃO: O que é uma empresa social – Solar Sister é um exemplo do The Innovation Model. A Solar Sister é um exemplo de uma empresa que atende diretamente a uma necessidade social por meio de produtos inovadores. A empresa leva tecnologia de energia limpa até mesmo para as comunidades mais remotas da África rural através de uma rede de vendas direta deliberadamente centrada nas mulheres. Outras empresas sociais que fornecem produtos e serviços inovadores para resolver uma questão social: BioLite, Kiva, Banco Grameen, Drink Soma, FairPhone.

O MODELO DE EMPREGO: O que é uma empresa social – a coleção Faire é um exemplo do The Employment Model. A Faire Collection é um exemplo de empreendimento social que serve ao bem comum empregando pessoas desfavorecidas por um salário justo. A empresa contrata artesãos no mundo em desenvolvimento para criar jóias que são vendidas nos mercados internacionais, proporcionando salários dignos e programas sociais holísticos que proporcionam um caminho para sair da pobreza para seus artesãos. Outras empresas sociais que empregam pessoas desfavorecidas para quebrar o ciclo da pobreza: Raven + Lily, Dez mil aldeias, The Giving Keys, Crianças Krochet, Divine Chocolate.

O MODELO DE DEVOLUÇÃO: O que é uma empresa social – o Roma Boots é um exemplo do Modelo de Devolução. A Roma Boots é um exemplo de um terceiro tipo de empresa social que serve o bem comum, devolvendo cada compra feita. Para cada par de Roma Boots vendido, um novo par recheado com material educacional é doado para uma criança necessitada. Este modelo oferece aos consumidores uma medida inspiradora e palpável de seu impacto e, como a Roma gosta de dizer, “Dá a pobreza a bota”. Outras empresas sociais que retribuem todos os produtos comprados: Sackcloth e Ashes, TOMS, Skyline Socks, Projeto 7, Melhor Livros do mundo.

Guilherme Paulus é confirmado no Fórum Conectividade 2018

No dia 26 de novembro de 2018 acontecerá o Fórum Conectividade, evento realizado anualmente pelas empresas Mercado & Eventos e Promo Marketing Inteligente. Um dos grandes nomes que estarão no evento desse ano é o empresário Guilherme Paulus, um dos principais do ramo hoteleiro e turístico do Brasil.

No momento do evento em que o empresário participará, a partir das 15h30 do dia 26 de novembro, Guilherme Paulus entrevistará o secretário de Turismo do Ceará, Arialdo Pinho, a fim de informar o público sobre as práticas que envolvem todo o processo de formação de um hub nos aeroportos do Ceará. Esse será o encerramento da primeira parte do Fórum Conectividade, através do tema Formação de Hub.

A entrevista feita por Guilherme Paulus a Arialdo Pinho deve reunir cerca de trezentos profissionais da área, a fim de debaterem o que pode ser feito para obter melhorias no setor de aviação em um futuro não muito distante, tanto para o Brasil, quanto para a América Latina como um todo.

O Fórum Conectividade acontece no Teatro Renaissance, localizado na cidade de São Paulo, e as inscrições para participar do evento são gratuitas. Interessados devem se inscrever direto no site do Mercado & Eventos.

Ao todo o evento terá quatro horas de duração e nesse período os visitantes poderão contar com uma estrutura organizada que abrangerá companhias aéreas, rotas, formação de hub (que é o momento da participação de Guilherme Paulus), aeroportos, low-cost e políticas públicas, sendo esse último tema o encerramento do evento.

A CVC, empresa de turismo e viagens fundada por Guilherme é uma das patrocinadoras do evento. Paulus vendeu a empresa para uma administradora norte-americana, mas continua sendo o presidente do conselho da CVC. Além disso ele é hoje dono do grupo GJP, que abrange uma ampla rede hoteleira e uma construtora de condomínios de luxo em cidades turísticas.

Guilherme possui reconhecimento internacional pela promoção do turismo no Brasil e em outras cidades do mundo, como Miami e Bariloche. Sua trajetória de sucesso, iniciando como vendedor de pacotes de viagens, é referência para vários novos empreendedores do setor hoteleiro, turístico e tantos outros.

Apesar do Fórum Conectividade ser realizado em São Paulo, possui apoio de Foz do Iguaçu, Ceará e Espirito Santo, além do patrocínio das empresas, FBHA e CNC, VINCI Airports, Inframerica, Renaissance, CVC, Localiza, Shift e do Ministério do Turismo.

Flavio Maluf noticia sobre o uso crescente dos drones em vários setores

 

Regularizados em 2017 pela Agência Nacional de Aviação Civil, os drones estão se expandindo a pleno vapor. De acordo com a consultoria Gartner, nos próximos anos serão vendidos uma média de 3 milhões de aparelhos ao ano, o que significa que esse segmento irá movimentar cerca de US$ 11,2 bilhões a cada ano, noticia o empresário Flavio Maluf.

 

Em sua maioria, a tecnologia dos drones ainda é utilizada em esfera militar, porém, outras áreas também estão começando a adotar esses mecanismos, como as áreas de segurança privada, da fotografia e do agronegócio, informa Flavio Maluf. Este último é um dos setores mais favoráveis aos drones, e estima-se que seja responsável por até 25% do faturamento global desses aparelhos.

 

Uma das maiores vantagens dos drones é a diminuição do tempo necessário para inspecionar grandes áreas. A Geoflorestas, uma empresa brasileira de soluções ambientais, já possui alguns drones em seu acervo para essa tarefa. Entre os clientes da Geoflorestas estão empresas que se encontram em terrenos de grandes extensões, como a geradora Electra Power, que ocupa um território de mais de 150 mil hectares, reporta Flavio Maluf.

 

Segundo o presidente da Geoflorestas, Leandro Aranha, antes da tecnologia dos drones era preciso cerca de seis meses e dez funcionários em tempo integral para realizar o monitoramento de um cliente como esse. Com os drones, o trabalho é feito em um mês e com o auxílio de somente dois funcionários, noticia Flavio Maluf. Sendo assim, os lucros acabam sendo até 50% maiores do que antes.

 

Flavio Maluf se tornou o presidente do Grupo Eucatex no ano de 1997, e desde então adotou uma série de medidas de modernização em toda a empresa. Em 2010, sob a liderança do empresário, a Eucatex inaugurou uma nova fábrica, em Salto, e nos dias de hoje a empresa possui mais uma sede industrial, na cidade de Botucatu.

As Parcerias Público- Privadas (PPPs) são a solução – por Felipe Montoro Jens

 

Muitos dos projetos de infraestrutura no país não são executados por falta de recursos. Segundo Felipe Montoro Jens os diferentes campos sociais como saneamento básico, mobilidade urbana e educação exigem grandes investimentos e muitas vezes o estado sozinho não pode desprender.

As Parcerias Público- Privadas (PPPs)

Uma das alternativas são as Parcerias Público-Privadas (PPPs), regulamentadas pela Lei Federal 11.079/04, de dezembro de 2004. Felipe Montoro Jens destaca que a legislação instituiu as regras para a licitação e a contratação dessas parcerias. O intuito é permitir que projetos considerados economicamente inviáveis possam ser estruturados e executados.

Para Felipe Montoro Jens, as empresas podem contribuir não apenas com recursos financeiros, como também com a experiência para estruturar projetos e assim reduzir o déficit de estrutura que o país vive, o que inclui mobilidade urbana e saneamento básico.

Apesar da legislação, algumas das garantias de dever do parceiro público, bem como suas obrigações quanto ao repasse de recursos é um desafio. Para Felipe Montoro Jens é fundamental solucionar tais obstáculos nos próximos anos para que consigamos ter resultados semelhantes a outros países latinos como Chile e Peru.

Garantias para os dois lados

Segundo o especialista, a garantia de pagamento possibilita o crescimento e desenvolvimento das parcerias. “É essencial que os governos ofereçam garantias a “prova de balas,” afirma Felipe Montoro Jens. Ele ressalta que dessa forma tanto investidores quanto financiadores podem assumir riscos de pagamento, pois terão a garantia de recebimento, se for o caso.

De acordo com Felipe Montoro Jens há um fator muito importante, capaz de aumentar os pagamentos do setor privado, que é a isenção de impostos para as empresas que participam das PPPs. O governo, por sua vez, tem a possibilidade de retorno de 30 a 40% dos pagamentos realizados para o parceiro em forma de impostos.