Donata Meirelles na lista das brasileiras mais poderosas

Por sua contribuição com o mercado da moda, Donata Meirelles foi escolhida uma das 40 brasileiras mais poderosas pela revista americana Forbes. Veja como foi a entrevista e um pouco da trajetória da diva, que é uma das personalidades ligadas a moda mais conhecidas do país.

A publicação é de 2017 e listou mulheres poderosas, que levantaram ou estão à frente de organizações de destaque. São formadoras de opinião, capazes de inspirar atitudes, comportamentos ou ditam moda. Trabalham por condições igualitárias, acesso à saúde, justiça e educação.

A reportagem começou apresentando Donata, enaltecendo seus 30 anos dedicados à moda e o trabalho na Vogue. Ela afirmou que está entrando de cabeça nos eventos da marca e que não sabia como comemorar as três décadas de trabalho, que começaram na boutique de luxo Daslu.

Para a reportagem, Donata Meirelles respondeu algumas perguntas. Ela ressaltou que não foi sócia da Daslu, mas sim cliente, depois conseguiu um emprego como vendedora e por fim determinava quais as marcas de fora seriam vendidas pela loja. Nesse período, o governo Collor passou a permitir importações.

Durante a conversa ela falou sobre o convite que recebeu de Daniela Falcão, atual diretora da Globo Condé Nast, para trabalhar na Vogue no cargo de diretora de estilo. Para ela sua missão é proporcionar a visão da leitora para a revista. “Não sou jornalista, porém com os anos de experiência, acho que me saí bem”, disse.

Ela também falou sobre os eventos e seu desafio de “pensar fora da casinha” e assim gerar receita pela força que a marca detém. Para isso, a revista criou uma plataforma em que os profissionais viajam pelos quatro cantos do país, promovendo eventos, como ações promocionais, palestras e workshops.

Um desses eventos aconteceu em Goiânia – GO. Realizado em shopping da cidade, a ação reuniu mais de 70 mil presentes em um só dia. Os comerciantes também aderiram e desenvolveram ações paralelas. O faturamento foi muito bom e só perdeu para a melhor data para o comércio, o natal.

Além de Donata, a reportagem trouxe outros nomes conhecidos, como o da co-fundadora da Nubank, Cristina Junqueira, a diretora geral da Sephora Brasil, Flávia Bittencourt, a presidente do Conselho do Magazine Luiza, Luiza Helena Trajano, a CEO da Pandora no Brasil Rachel Maia, a jornalista Sonia Racy, entre outras.

Início na Daslu

Em 1990 Donata Meirelles começou sua carreira na Daslu. A então estudante de economia dividia o tempo entre o trabalho e os cuidados com a filha mais velha Helena Bordon, com quem teve com o empresário Pedro Bordon.

Como diretora ela foi responsável pelas atividades de mais de 400 colaboradores e chegou a fazer mais de oito viagens por ano para fechar negócios durante os principais eventos de moda do mundo. Também foi braço-direito da dona da Daslu, a empresária Eliana Tranchesi.

A filha de Donata sempre era levada em muitas dessas viagens, conviveu com o meio da moda e tomou gosto por isso. Hoje, ela e as filhas de Eliana, Lu e Marcelle Tranchesi têm sua própria marca, a 284.

Mãe e filha são muito parecidas, na forma como se vestem, nos cuidados com o corpo, no tino comercial e em outros aspectos. Em entrevista a Istoé Gente, as duas falaram sobre suas semelhanças, planos, carreira e a relação que possuem.

Para Donata, além do bom gosto, a filha herdou bom humor, o gênio fácil, a capacidade de negociar e de fazer amizade rapidamente. Já Helena disse que sua paixão pela moda começou com a mãe. Segundo ela, sempre gostou das roupas, sapatos e acessórios da mãe.

Apesar de não vestirem o mesmo número, a filha sempre arruma um jeito de usar alguma peça de Donata, principalmente quando ela viaja. “Pego tudo quando ela viaja”, disse Heleninha (nome carinhoso dado pela mãe). Ela usa algum conto ou acessório para ajustar vestidos e outras peças.

Presença digital

Tudo o que Donata Meirelles veste, os eventos que frequenta, as viagens que faz e publicações da Vogue vão parar na mídia especializada em moda, em especial nos perfis das redes sociais e blogs.

Ela mesma posta muito sobre seu cotidiano nas redes sociais. Milhares de seguidores no Instagram interagem com suas postagens, geralmente fotos dos eventos que participa, jantares de gala, entre outras imagens. O Facebook é um pouco diferente e traz mais postagens com teor informativo.

Projeção feita pelo Itaú para PIB da economia brasileira recua para 1%

Nas projeções anunciadas pelo Itaú, o PIB (Produto Interno Bruto) deverá apresentar um crescimento ainda menor neste ano. A projeção para o PIB do país foi corrigida pelo banco para apenas 1%, sendo que a projeção anterior era de um crescimento de 1,3%. Ambos os resultados mostram uma desaceleração na economia do país. No ano passado, as projeções do Itaú lançadas neste mesmo período eram de um crescimento de 1,1%, ou seja, neste ano até mesmo as projeções são de crescimento mais lento.

Neste primeiro trimestre, as estimativas do banco são de que o país apresentou um recuo de 0,2% na economia geral. Anteriormente as novas notícias divulgadas pelo banco, a previsão era de um recuo de 0,1%.

O economista-chefe do Itaú que assinou o relatório realizado pelo banco, Mario Mesquita, ainda informou sobre as novas projeções: “A produção industrial contribuiu significativamente para a desaceleração no crescimento do PIB, considerando o recuo apresentado de 1,3% em fevereiro”. Mesquita ainda completou dizendo: “Além disso, o mês de março foi fortemente marcado pela queda na criação de empregos e o mês de abril não se mostrou favorável para a recuperação da confiança do empresário, o que mostra um cenário bastante ruim para a economia do país”.

Ainda sobre as projeções, o Itaú divulgou em seu relatório trimestral uma nova projeção para o PIB do ano que vem, que foi reduzida para 2%. Anteriormente a essa divulgação, a projeção para 2020 era de 2,5%.

Esses e outros indicadores econômicos tem oferecido um cenário bastante ruim para a economia brasileira. É por isso que analistas tem alterado projeções de crescimento do PIB deste ano. Antes do Itaú, o Bradesco também divulgou um novo relatório apontando revisões para o crescimento do PIB. No caso do Bradesco, a projeção foi estimada em 1,1%.

Já o relatório Focus, divulgado no dia 13 de maio de 2019 pelo Banco Central do Brasil, apontou um recuo um pouco menor do que as projeções realizadas pelos dois bancos, indo de 1,49% para uma estimativa de 1,45% de crescimento para o PIB deste ano. De acordo com os dados já levantados pelos economistas do Banco Central, essa é a 11ª vez que o relatório Focus aponta uma queda no crescimento do PIB.

Produção industrial brasileira registra queda de 1,3% em março de 2019

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) informou no dia 3 de maio de 2019 que a produção industrial do Brasil apresentou uma queda de 1,3% em março deste ano. A queda foi registrada através de uma comparação com o mês de fevereiro, período em que foi registrado um crescimento de 0,6%. De acordo com as notícias informadas pelo instituto, esse novo resultado contribui para a queda acumulada de 2,2% ao ano para o setor industrial.

Este é o pior resultado em comparações mensais desde o mês de setembro de 2018, quando o IBGE registrou uma queda na produção industrial de 2,1% em todo o país. Já na comparação com o ano passado, março deste ano apresentou uma redução de 6,1% na produção industrial. Essa queda comparada entre os anos só é menor da que foi registrada em maio de 2018 quando comparado com maio de 2017, onde houve uma redução de 6,3%.

Os dados divulgados pelo IBGE mostram um cenário para a produção industrial ainda pior do que já era esperado por especialistas. A Reuters e outros diversos especialistas estimada uma queda de 0,7% quando comparado março com fevereiro. Na comparação anual, era esperado uma queda de 4,6%. Ou seja, os números reais ultrapassaram as projeções proporcionando um recuo muito maior do que o esperado.

Considerando apenas o acumulado dos últimos 12 meses, a produção industrial tem queda acumulada de 0,1%, sendo que este resultado é o primeiro registro de queda desde o mês de agosto de 2017, período em que o setor registrou queda de 0,1% no acumulado dos 12 meses. Esses dados mostram o quanto a economia do país está fraca e caminha em um ritmo muito mais lento.

Depois de uma recuperação expressiva no ano passado, a produção industrial apresentou um ritmo mais lento a partir de julho de 2018, e até o momento a economia deste setor tem apresentado perda de dinamismo. Os resultados de março mostram que o setor industrial do país ainda está 17,6% abaixo do patamar mais alto já registrado, que ocorreu em maio de 2011.

Por que escrever um post longo?

A duração de um artigo para publicar no blog? Resposta usual: depende. Há postagens que precisam de espaço para definir cuidadosamente o tópico e outras que podem ser esgotadas em poucas linhas.

O comprimento não é um fator discriminatório se eu não considerar o contexto. Escrevo um longo post e obtenho zero resultados, no dia seguinte publico um pensamento de 300 palavras e destruo a internet. O post dedicado ao Moncler me fez ganhar 50 mil visitas em um dia (além de vários links) e é miserável.

Um artigo deve ser longo o suficiente para fornecer ao leitor todas as informações necessárias. Uma postagem de Seth Godin que tem poucas palavras pode ter os mesmos resultados de um tutorial do Moz: elas atendem necessidades diferentes, em ambos os casos elas são conteúdo de qualidade para os leitores.

Mas por que escrever um post longo? Existe alguma razão particular que deveria me empurrar para essa solução? Há algumas pesquisas que devem responder a essa pergunta.

Posicionamento no Google – De acordo com o CoSchedule, o conteúdo longo é melhor posicionado. O Google sabe a necessidade de as pessoas obterem respostas imediatas, mas entende que precisamos ir mais fundo. Veja o diagrama: os primeiros 5 resultados têm uma média de 2.000 palavras, imediatamente depois daqueles com uma média de 1.400.

Posts longos estão no topo da lista. Mas tenha cuidado: os conteúdos mais longos não são necessariamente os primeiros e não são garantia de posicionamento. Ainda na busca pelo CoSchedule, conteúdos com mais de 2.000 palavras foram posicionados no topo apenas para duas palavras-chave.

Assim, pelo menos para este estudo, é errado falar sobre a correlação entre o conteúdo longo e o posicionamento de notícias: há outros fatores a serem considerados. Como, por exemplo, autoridade.

A autoridade de um domínio em um determinado setor tem um papel decisivo. A duração de um conteúdo é um fator importante, mas não é sinônimo de posicionamento. Não é suficiente escrever muito para estar lá. Em todo caso, sugiro aprofundar: é o post perfeito curto ou longo?

Compartilhamentos e links – Agora é Neil Patel quem está dando força aos conteúdos encorpados. De acordo com sua pesquisa, de fato, há uma ligação entre o comprimento de posts e o número de ações. Ele pegou mais de 300 posts em seu blog e os dividiu em dois grupos: mais e menos de 1.500 palavras.

Escrever para leitores móveis

O raciocínio que faz o Google: eu tenho que retornar o melhor resultado possível, a penetração do celular está aumentando, não podemos tolerar sites e blogs incapazes de integrar com essas tecnologias.

O usuário no centro da pesquisa, este é o princípio. Por que criar um blog otimizado para celular? Ler um artigo em uma versão desktop em um telefone celular é tão agradável quanto um golpe de martelo em seus dentes: você não pode organizar a leitura, você tem que adaptar a tela continuamente.

Estratégia móvel não é apenas design responsivo – Tudo o que você publica torna-se inútil, e isso é um problema porque as pessoas leem o seu blog no ônibus, no supermercado, enquanto estão na fila do médico. Então você tem que abraçar a causa móvel. Agora. Mas tenha cuidado: “Você pode estar perdendo usuários se o Web design responsivo for sua única estratégia para dispositivos móveis”.

Como a Smashing Magazine sugere, não basta se concentrar em um design responsivo para otimizar sua estratégia para dispositivos móveis. As pessoas querem que o uso de conteúdo seja um processo simples, fácil de concluir. Eles não se importam com o design responsivo: eles querem que tudo funcione.

E eles querem que os textos sejam fáceis de ler. Leitores móveis são pessoas intolerantes, capazes de usar todos os momentos para ler seu conteúdo favorito. Otimizar tempos. Eles usam uma infinidade de aplicativos para marcar e arquivar conteúdo e notícias. Então, quando eles têm um tempo morto, eles exploram isso.

E ter um design responsivo não é suficiente. Não é suficiente carregar um tema compatível com dispositivos móveis – ou, pior ainda, carregar um plug-in do WordPress – para permanecer no lugar com uma consciência. Você também precisa aprender a escrever seus artigos para leitores móveis. Mas o que isso significa?

Escrevendo para as pessoas, sempre – Eu não acho que isso signifique alguma coisa. Absolutamente nada. É um problema falso, você não pode fazer uma diferença real entre a escrita no desktop e no celular. Mas você tem que encontrar a solução para escrever bem sempre. Essa solução é encontrada nas regras já conhecidas para melhorar a legibilidade de um artigo

Felipe Montoro Jens reporta maiores detalhes acerca da criação da ferrovia brasileira Ferrogrão

Em meados de outubro de 2017 o órgão responsável por transportes terrestres no Brasil, ANTT, emitiu uma nota oficial onde constavam detalhes acerca da construção da EF-170. Apesar de ser apenas um projeto por enquanto, esta ferrovia já é chamada por populares como “Ferrogrão”, informa o especialista em projetos de infraestrutura, Felipe Montoro Jens.

Para se ter ideia do porte que a rodovia terá, é importante destacar que esta abrangerá duas regiões do país: a Centro-oeste e a Norte. Isso ocorrerá em razão da Ferrogrão passar tanto pelo estado do Pará, quanto pelo do Matogrosso, contemplando respetivamente as cidades de Muritiba e Sinop. Os trâmites para a concretização do projeto se darão por meio de ações envolvendo leilões.

Pela natureza do empreendimento, a concessão será adotada considerando-se um grande período de tempo. Felipe Montoro Jens reporta que esta será autorizada por um prazo mínimo de mais de seis décadas. Ele esclarece que sairá vencedor o consórcio que conseguir outorgar o melhor valor aos cofres públicos.

Apesar da futura concessionária escolhida ter a obrigação de construir completamente a ferrovia, seu trabalho não parará por aí. Segundo pontua Felipe Montoro Jens, esta mesma empresa deverá atender várias outras demandas relacionadas à Ferrogrão. Desse modo, após construi-la, todos os procedimentos de operação serão de incumbência da companhia escolhida, além de questões consideradas estruturais.

O valor que será investido para a construção da ferrovia será de mais de 12 bilhões de reais. Esse montante, entretanto, não será exclusivamente empregado nas obras da Ferrogrão. Felipe Montoro Jens noticia que outras construções sairão do papel, uma vez que a quantia refere-se a um programa governamental que tem por objetivo expandir o volume de exportações através do transporte ferroviário.

Assim sendo, a principal meta do programa é aumentar o fluxo de circulação de mercadorias por meio do Arco Norte. O projeto também discorre sobre a forma como a ferrovia será capitalizada. Segundo o documento, isto ocorrerá de forma contínua, já que o dinheiro para manutenção da mesma virá por meio do uso da própria linha ferroviária, finaliza Felipe Montoro Jens.

Leia também: https://maringa.odiario.com/politica/2019/01/conheca-com-felipe-montoro-jens-os-vencedores-do-premio-ppp-awards-2018-revelados-em-dezembro/2540975/

Redação ética: etapas básicas

Bom trabalhar no mundo dos copywriting. Você é um escritor, mas não um simples escrevinhador: mova as massas com um título, aumente as conversões de um projeto mudando o assunto da newsletter.

Claro, essa é a ideia compartilhada. Todo mundo acredita que este é o mundo do copywriter. E todo mundo vê essa figura profissional como uma espécie de feiticeiro, um encantador de serpentes, um hipnotizador capaz de deixar Giucas Casella com inveja. O redator usa palavras para explorar a escuridão psicológica.

Além do fato de que o mundo da redação convincente é muito bem conhecido, não há técnicas obscuras: prova social, o princípio da escassez, benefícios, uso de números para comunicar a confiabilidade.

Você tem que abraçar o caminho de copywriting ético. Essa é uma escrita que explora os pontos fortes, apontando para o objetivo (conversões).

Você deve respeitar os leitores, concorda? Perfeito (eu acho que você disse sim), então vamos entrar em alguns pontos dedicados à redação ética: como escrever para as pessoas que você ama.

Testemunho – Esse é um testemunho para confirmar a qualidade de seu produto ou serviço. Os depoimentos acionam o mecanismo da prova social: acompanhar a massa e as opiniões daqueles que fazem uma escolha pública.

Acima de tudo, use um texto real e objetivo sem restrições. Normalmente, os depoimentos nascem graças a um pedido, mas você nunca deve insistir em testemunhos que sigam seus critérios. Deixe o depoimento falar naturalmente: não influencie. E acima de tudo, não modifique o texto.

Números – Os números são fundamentais, especialmente quando você os usa para comunicar confiabilidade e precisão. Eles funcionam bem com estatísticas, aqui está um exemplo: “73% dos usuários do Facebook clicam nos links”. A porcentagem comunica que existe um estudo na base, um suporte científico. Tão confiável.

Usar os números significa conhecer os números, contar ao artigo como eles foram coletados e em que ano se referem. Mas acima de tudo o que é a amostra examinada. Omitir, por exemplo, que 73% seja destinado a usuários em 2011 significa levar o leitor para um passeio.

Título das notícias – Aqui você toca a atenção do leitor nas redes sociais e uma boa porcentagem de cliques. Então você tem que trabalhar em um bom título. Mas acima de tudo, em um título justo e verdadeiro, ligado sem comprometer o conteúdo da página.

Palavras para evitar no título

Ao escrever seu título, você sempre deve considerar uma série de etapas que podem fazer a diferença. Por exemplo, quais são os termos que podem causar problemas?

Você sabe que o título efetivo é decisivo na economia de um post. O título representa a isca que atrai o leitor. Você não pode ficar sem um bom título de notícias. E você também sabe que existem várias palavras para evitar nas manchetes.

Isso é verdade se você deseja alcançar o sucesso: seus melhores itens precisam de uma consideração cuidadosa para capturar a atenção (e os cliques) de seu público.

Também porque o título, no mundo dos blogs, se transforma em uma tag de título. Essa é a sequência de texto que o Google avalia cuidadosamente para definir o posicionamento de uma página, mas que se torna fundamental em termos de cópia persuasiva.

A importância de um bom título – A tag de título é chamada no sna e na mídia social. São duas situações em que as pessoas escolhem o conteúdo para ler, linkar, comentar e compartilhar.

Aqui você tem que ser incisivo, você tem que colocar todas as suas habilidades de copywriting em jogo para atrair visitas valiosas. E dê a esse artigo uma chance extra.

Existem várias técnicas para melhorar suas manchetes e mil modelos para usar como base para obter resultados. Depois, há as dicas que sempre funcionam e as palavras que despertam a atenção. As famosas palavras de gatilho. Mas quais são as palavras para evitar nas melhores manchetes? Existem termos que nunca devem ser usados ​​em um título?

Evite datas, não números, em manchetes – Não use datas em suas manchetes. Não, não use. A razão é simples: dê um prazo para o artigo que ficará inutilizável no futuro.

Lembre-se que os artigos têm uma vida mesmo depois de sair da home page do blog: graças ao Google que vasculha seus arquivos e coloca você na serp. E as estatísticas falam por si: a maioria dos benefícios vem dos posts antigos.

Pense em um título como este: “10 dicas para fazer marketing de mídia social em 2015” . Quanto tempo este artigo pode durar? Quanto tempo pode atrair atenção?

Em agosto já perdeu sua mordida, o leitor já está pensando em 2016. São soluções que são utilizadas para variar o calendário editorial.

Donata Meirelles informa sobre as tendências mais surpreendentes das semanas de moda internacionais

Os primeiros meses do ano são de grande agitação no ramo da moda, pois é quando acontecem alguns dos desfiles mais aguardados, das principais grifes do mundo. Cada metrópole, Nova York, Londres, Paris, São Paulo e etc, conta com as suas próprias tendências, mas e entre tudo o que foi apresentado nas passarelas e na moda de streetstyle, o que causou mais surpresa e expectativa? Confira a seguir 9 trends que se sobressaltaram em 2019.

  1. Botas com glitter

Aqueles que chegaram a pensar que os modelos de botas com glitter eram coisa do passado, estavam enganados. Durante o seu desfile para a coleção de verão 2019, a grife francesa Dior apostou alto nessa tendência, apresentando não somente um, e sim seis modelos repletos de glitter. O trend foi escolhido pela equipe de criação da marca para acompanhar a temática circense da nova coleção, reporta Donata Meirelles, e por conta disso foram utilizadas estampas divertidas, como estrelas e outros elementos que remetem ao circo, e tonalidades fortes, como prata, preto e branco.

  1. Bonés

No rol das tendências trazidas diretamente dos anos 2000, os bonés são um dos grandes destaques, e apareceram com grande frequência no streetstyle de Londres, Nova York e Paris. Considerado um item fashion e versátil, que é capaz de proteger o rosto do sol ou ainda espantar o frio no inverno, os bonés unem estilo e funcionalidade, razão pela qual tem sido incorporado no guarda-roupa de diversas influenciadoras. No dia a dia, esse item com pegada esportiva consegue deixar o look mais moderno e descontraído, sem perder a elegância quando combinado com peças mais formais, como roupas de alfaiataria.

  1. Coral

Depois de ser anunciada no final de 2018 como a cor do ano que estava para começar, já era de se imaginar que o coral apareceria bastante em 2019, contudo, as expectativas certamente foram superadas. Esse tom de laranja rosado fez muito sucesso nas passarelas de Londres e Milão, e também no streetstyle das duas metrópoles, incluindo nos looks de inverno. Apesar de ser uma cor quente, o coral demonstrou que funciona perfeitamente em casacos, tricôs e conjuntos de calça e blazer, tornando as produções mais alegres e descoladas.

  1. Transparência

Indo contra a crença de que o inverno é a temporada em que o corpo precisa estar mais coberto, várias grifes apresentaram desfiles com peças transparentes, como foi o caso da Prabal Gurung, Carolina Herrera e Zadige & Voltaire, informa Donata Meirelles. Para encaixá-la devidamente na coleção, os estilistas optaram por usar a transparência em alguns detalhes, ou então em itens por baixo de sobreposições, especialmente itens de alfaiataria, o que criou um contrate bastante interessante entre peças mais formais com a sensualidade do transparente.

  1. Strass

Muito além dos acessórios, o strass surgiu nas coleções de outono-inverno europeias também nos acabamentos de várias peças. Em itens do dia a dia, o strass pode ser encontrado nas alças e nas golas de vestidos e camisas, por exemplo. Já nos looks noturnos, os vestidos e conjuntos inteiramente de strass mostraram que o brilho está em alta no ano de 2019. Diversas grifes apostaram pesado nessa tendência, como foi o caso das elegantes Christopher Kane e Burberry.

  1. Athleisure

Esse importante trend de streetstyle já existe há algum tempo, mas tem se tornado cada vez mais popular entre fashionistas, atrizes, cantoras e grandes influenciadoras, no geral. Por conta disso, não é raridade observar essas personalidades com itens esportivos no look do dia a dia, como tops de ginástica, calças com listras nas laterais e casaco de moletom. A tendência de incorporar peças com um viés esportivo em produções fora da academia está ganhando muitas adeptas, pois esta é uma moda confortável, versátil e cheia de estilo.

  1. Meias acima do joelho

Após ser moda entre os roqueiros e os skatistas, por exemplo, a tendência da meia acima do joelho reapareceu com uma pegada mais colegial e clássica, com o intuito de tornar os looks mais femininos e delicados. Geralmente lisas mas em diferentes tonalidades, como preto, branco, rosa claro e cinza, esse modelo de meias pôde ser bastante visto no streetstyle das grandes metrópoles, sendo usado pelas fashionistas com vários tipos de calçado, como tênis, botas de cano baixo e alto, ou ainda com sandálias de salto, uma combinação considerada fora do comum e elegante.

  1. Bolsa-almofada

Possivelmente o trend mais polêmico do outono-inverno 2019 foram as bolsas no modelo almofada, uma proposta da Maison Margiela que em pouco tempo virou febre e apareceu, de forma similar, em outros desfiles e também no streetstyle, reporta Donata Meirelles. Uma das razões que levou a popularidade desse acessório é o fato das bolsas de mão estarem em alta no momento, mas além disso, a versatilidade desse item, que funciona tanto com produções mais pesadas, como também com looks que seguem a linha casual, também foi um ponto importante ao seu favor.

  1. Tiaras

Uma das tendências exclusivas de 2019 é a tiara, que há tempos não era vista nas passarelas e voltou com tudo na nova coleção de grifes do porte da Miu Miu e da Prada. Com muito glamour e personalidade, o item convenceu nas passarelas, demonstrando que é possível adaptá-lo a diferentes estilos. Seja através de um modelo aveludado e clássico, ou uma versão maior e mais conceitual, as tiaras são o tipo de acessório que exala requinte, e não por acaso são um dos itens queridinhos da realeza.