Guilherme Paulus conduz encontro sobre empreendedorismo organizado pela ADVB/RS

Guilherme Paulus, sócio-fundador da agência CVC e atual presidente do Conselho Conselho Administrativo da empresa, foi o escolhido pela Associação dos Dirigentes de Marketing e Vendas do Brasil (ADVB/RS) para participar do evento Você com o Presidente, um encontro no qual grandes empresários compartilham suas experiências profissionais na área do empreendedorismo.

O encontro aconteceu no auditório de conveniências da ADVB, que passou por um extenso processo de reformulação recentemente, em um projeto liderado pelo profissional Vicente Saldanha. Durante o acontecimento, Telmo Costa, que é o presidente da associação, participou na função de mediador, contando com a ajuda de Gustavo Ene, da LIDE SUL, e do consultor Arthur Bender.

Ao longo de sua carreira repleta de sucessos, Guilherme Paulus tornou uma pequena agência de turismo do interior paulista em uma das maiores empresas do setor na América Latina, responsável por movimentar bilhões e por cuidar da viagem de milhões de passageiros. Nos dias de hoje, após ter sido vendida para o fundo Carlyle, a rede CVC possui cerca de oito mil agentes de viagem e mais de 700 filiais por todo o Brasil.

Além da relação que ainda possui com a CVC, Guilherme Paulus ainda faz parte do Conselho Nacional de Turismo e é o administrador da GJP Participações, a rede que cuida das operações da GJP Hotéis & Resorts. Portanto, essa vasta experiência do empresário foi o que levou a ADVB/RS a convidá-lo para debater sobre empreendedorismo e contar mais sobre a sua trajetória bem-sucedida para os convidados presentes, muitos deles também empresários.

No decorrer do encontro, Guilherme Paulus começou relembrando o início dos seus negócios, na década de 70, quando decidiu juntar as economias para abrir uma agência de viagens em parceria com o sócio Carlos Vicente Cerchiari, na cidade de Santo André. Em alguns anos, Cerchiari optou por vender a sua parcela nos negócios para ele, o que só o motivou ainda mais a fazer a empresa dar certo e expandir suas operações para toda a região.

Nesse início, a CVC cresceu principalmente por vencer pacotes de excursões para os metalúrgicos que trabalhavam no ABC paulista. Mais tarde, já consolidada no mercado, a rede permaneceu com uma característica inovadora, se destacando das demais ao ser pioneira em ações jamais adotadas por nenhuma outra, como no frete de aeronaves para voos internacionais.

Atualmente, o empresário se preocupa principalmente com a gestão da GJP Hotéis & Resorts, a qual administra diversos resorts Brasil afora. Anos antes, em 2006, Guilherme Paulus ainda investiu no segmento da aviação ao comprar a pequena companhia aérea Webjet, a qual contava somente com um avião ativo. Durante cinco anos, o empresário transformou a companhia na terceira maior do país nesse setor, responsável por operar mais de 15 aviões, além de trechos para cerca de 20 cidades diferentes. Nessa conjuntura, o empresário decidiu aceitar a proposta de compra da Gol, no que se caracterizou em uma das maiores transações da história da aviação no Brasil.

Como líder do Conselho de Administração da CVC, o empresário vivenciou períodos históricos para a empresa, que ele destaca como marcantes para a sua carreira. No início do ano de 2010, por exemplo, o objetivo de preservar a rede o levou a apoiar a sua associação com um dos grandes fundos de private equity dos Estados Unidos, o Carlyle Group.

Missão da China na Lua gera surpresa e curiosidade ao surgir as primeiras novidades

Sementes levadas para a Lua pela missão chinesa surgiram, diz a Administração Nacional do Espaço da China. Marca a primeira vez que qualquer matéria biológica cresce na Lua e está sendo vista como um passo significativo para a exploração espacial a longo prazo. Essa é considerada a primeira missão a pousar e explorar o lado distante da Lua, de costas para a Terra.

As plantas foram cultivadas na Estação Espacial Internacional antes, mas nunca na Lua. A capacidade de cultivar plantas na Lua será parte integrante de missões espaciais a longo prazo, como uma viagem a Marte, que levaria cerca de dois anos e meio. Isso significaria que os astronautas poderiam coletar seus próprios alimentos no espaço, reduzindo a necessidade de voltar à Terra para reabastecer.

O caminhão de aterrissagem da Lua chinesa, segundo notícias publicadas recentemente na mídia internacional, carregava entre seus solos de carga contendo sementes de algodão e batata, fermento dentre outras. O experimento tem como objetivo formar uma mini biosfera – um ambiente artificial e autossustentável. Essa experiência com a semente foi projetada para testar a fotossíntese e a respiração – processos em organismos vivos que resultam na produção de energia. Todo o experimento está contido em uma lata de 18 cm de altura e 3 kg, projetada por 28 universidades chinesas. Os organismos internos têm um suprimento de ar, água e nutrientes para ajudá-los a crescer. Mas um dos desafios, dizem os cientistas chineses, é manter a temperatura favorável para o crescimento quando as condições na Lua oscilam descontroladamente entre -173ºC e 100ºC ou mais.

O primeiro experimento biológico da humanidade na lua causou curiosidade ao constatar que as sementes de algodão estavam em processo de desenvolvimento, ou seja, crescendo. Isso oferece novas possibilidades para os astronautas no futuro, tentando cultivar suas próprias plantações na Lua. Além disso, existe um grande interesse em usar a Lua como plataforma, especialmente para voos para marte, visto que é relativamente perto da terra. Portanto, aprender sobre o crescimento dessas plantas em um ambiente de baixa gravidade permitiria estabelecer as bases para possíveis projetos sobre estabelecimento de base espacial.

Crescimento econômico alemão continua com crescimento mais lento por cinco anos

A economia da Alemanha cresceu 1,5% no ano passado, a taxa mais baixa desde 2013, mostram os últimos dados oficiais. Nesse sentido, os números do Escritório Federal de Estatísticas mostraram que a maior economia da Europa diminuiu drasticamente com o passar do ano. Uma economia global mais fraca e problemas na indústria automobilística, causados por novos padrões de poluição, foram citados como contribuintes para a desaceleração. No início de 2018, a economia alemã deverá crescer 1,8%. O crescimento foi de 2,2% em 2017. O mercado da Alemanha havia encolhido no terceiro trimestre do ano passado, devido às disputas comerciais globais, as quais foram responsáveis pela contração.

Havia temores de que a Alemanha corresse o risco de seguir com outro trimestre de crescimento negativo, algo que colocaria o país em recessão. O escritório de estatísticas ainda não divulgou números do quarto trimestre, já que não tem dados suficientes para fornecer uma leitura precisa. Mas os cálculos iniciais de economistas independentes sugerem que a economia pode ter crescido cerca de 0,2% nos últimos três meses do ano.

As razões para um crescimento mais lento no ano passado incluem uma desaceleração na economia global e um setor automotivo mais fraco, com os consumidores alemães menos dispostos a comprar carros novos em meio à confusão sobre os novos padrões de emissões. Além disso, os baixos níveis de água, particularmente no Reno, afetaram o crescimento, impedindo o movimento de alguns bens.

Assim, a Alemanha provavelmente evitou uma recessão no ano passado, embora publicações posteriores ainda possam mudar essa conclusão. O que está claro, porém, é que o mercado atingiu um fraco momento no segundo semestre do ano passado. Não está sozinha. A zona do euro como um todo desacelerou acentuadamente no terceiro trimestre do ano anterior. Duas grandes economias, a Alemanha e a Itália, contraiu-se nesse período, embora a Espanha e a França tenham conseguido um crescimento razoavelmente firme.

A Alemanha, como principal exportador, está especialmente exposta ao clima de comércio global. Uma desaceleração no comércio internacional é uma parte importante da perda de ímpeto da Alemanha e a China é um elemento importante nessa história. É o terceiro maior mercado de exportação da Alemanha. Uma recente pesquisa com fabricantes alemães encontrou a queda mais acentuada nos pedidos de exportação por seis anos e várias empresas reportaram vendas menores para a China. Além disso, a orientação de exportação da Alemanha também a torna vulnerável às tensões no comércio global que se espalham dos Estados Unidos – as novas tarifas sobre aço e alumínio e o conflito com a China.

A trajetória de Guilherme Paulus para virar o maior hoteleiro nacional

Guilherme Paulus tem como objetivo virar o maior hoteleiro do Brasil. Em 2009, ele vendeu o controle de sua empresa ao Carlyle, fundo americano. A transação foi avaliada em R$ 1 bilhão, ou US$ 420 milhões. A transação fez ele entrar na lista de bilionários da Forbes Brasil.

Em 2015, ele tinha a fortuna avaliada em mais de R$ 1,9 bilhão. Com esse valor, seria possível comprar o avião privado de mais luxo em todo o mundo. O valor também tornaria possível começar a voar na primeira classe das rotas comerciais.

O empresário Guilherme Paulus foi o responsável a transformar a CVC, de Santo André, São Paulo, que na época estava endividada, na maior agência de viagens da América Latina e terceira maior do mundo. No comando da agência de viagens, Paulus conheceu cada canto do Brasil, seja de navio, avião ou ônibus, e também diversos destinos internacionais. Para a Forbes, ele afirmou ser “doente pelo trabalho” e que isso está em seu DNA.

Ainda em 2015, Paulus detinha 25% da CVC, além de ser o único dono da GJP Hotels & Resorts. A GJP Hotels & Resorts foi criada em 2005. Com essas credenciais, ele deseja virar o maior hoteleiro do Brasil. Ou seja, aposentadoria está fora de cogitação. Em seu dicionário, a palavra mais famosa é “recomeço”.

A CVC tinha quase 1.000 lojas em operação em 2015 e registrou aumento de 14,3% na quantidade de passageiros apenas no primeiro semestre daquele ano. Ainda na época, 65% das viagens vendidas pela agência de viagem eram internas, enquanto 35% eram externas. Guilherme Paulus afirma que, mesmo em épocas de dólar supervalorizado e de crise, o brasileiro continua viajando. O destino pode mudar, mas a viagem ainda acontece.

Na época, o turismo representava 9% do PIB mundial, movimentando 52 setores da economia. Já em território nacional, o turismo correspondia a 3,5% do PIB. Apesar de baixo, há espaço para crescimento. Paulus nunca se mostrou preocupado nem mesmo com aplicativos modernos como o Airbnb. Sua história teve início em 1995, quando comprou o hotel Serrano, em Gramado, Rio Grande do Sul. Guilherme Paulus também comprou a Webjet, e em seguida vendeu para Gol, numa das maiores transações do setor.

Até alguns anos atrás, a GJP tinha R$ 500 milhões em ativos. A rede hoteleira contava com 13 empreendimentos, sendo seis deles próprios. Os empreendimentos se localizam em Maceió (AL), Porto de Galinhas (PE), Aracaju (SE), Recife (PE), Salvador (BA), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP), Gramado (RS) e Foz do Iguaçu (PR). Há ainda empreendimentos em obras na capital Rio de Janeiro, no Paraná (Maringá e Londrina), no Pará (Belém e Paragominas), no Distrito Federal (Brasília) e em Minas Gerais (Belo Horizonte e Juiz de Fora).

A GJP também estava para deter as bandeiras Linx, de 3 estrelas, Prodigy, de 4 estrelas e Wish, de 5 estrelas, contabilizando 22 hotéis no Brasil em sua gestão e faturamento de R$ 250 milhões. Para comparação, a empresa teve receita de R$ 150 milhões em 2014, fechando a conta com lucro.

Guilherme Paulus tinha o objetivo de construir 19 novos hotéis de 3 estrelas, com aporte de R$ 1 bilhão. Mas a crise fez a ideia ser adiada. Independente do cenário, o seu objetivo final é claro: ter hotéis em todo o Brasil.

Saiba mais: https://www.panrotas.com.br/hotelaria/investimentos/2018/08/guilherme-paulus-abrira-hotel-de-luxo-com-nova-bandeira-em-sp_158399.html

Crescimento empresarial

O empreendedorismo exige a devoção do tempo e esforço necessários. Somente aqueles que passam pelo processo empresarial apreciam a quantidade significativa de tempo e esforço necessários para criar algo novo e torná-lo operacional.

Para a pessoa que realmente inicia seu próprio negócio, a experiência é cheia de entusiasmo, frustração, ansiedade e trabalho árduo. Há uma alta taxa de insucesso devido a coisas como vendas fracas, concorrência intensa, falta de capital ou falta de capacidade gerencial. O risco financeiro e emocional também pode ser muito alto. O que, então, faz com que uma pessoa tome essa decisão difícil? A questão pode ser melhor explorada, olhando para o processo de decisão envolvido em se tornar um empreendedor.

O empreendedorismo é um elemento essencial para o progresso econômico, pois manifesta sua importância fundamental de diferentes maneiras: identificar, avaliar e explorar oportunidades de negócios; criar novas empresas e / ou renovar as existentes, tornando-as mais dinâmicas; e impulsionando a economia através da inovação, competência, criação de emprego e melhorando geralmente o bem-estar da sociedade.

O empreendedorismo é o processo ativo de reconhecer uma demanda econômica em uma economia e fornecer os fatores de produção (terra, trabalho e capital) para satisfazer essa demanda, geralmente para gerar lucro. Altos níveis de pobreza combinados com lento crescimento econômico no setor formal forçaram grande parte da população do mundo em desenvolvimento a se dedicar a atividades autônomas e informais. Mas isso não é necessariamente negativo; microempresas contribuem significativamente para o crescimento econômico, estabilidade social e eqüidade.

O setor é um dos veículos de notícias mais importantes através dos quais as pessoas de baixa renda podem escapar da pobreza. Com habilidades e educação limitadas para competir por empregos no setor formal, esses homens e mulheres encontram oportunidades econômicas em microempresários como donos de empresas e funcionários. Se for bem sucedido, o empreendedorismo provavelmente resultará em uma pequena e média empresa (PME). Eles incluem uma variedade de empresas; fabricantes de artesanato da vila, pequenas oficinas mecânicas, restaurantes e empresas de software de computador etc. que possuem uma ampla gama de sofisticação e habilidades, e operam em mercados e ambientes sociais muito diferentes.

Direto da fantasia: empresária confecciona biquínis inspirados em princesas

O universo dos contos de fadas costuma agradar pessoas em todo o mundo. Vale ressaltar que também os adultos se veem encantados com imagens que remetam a este tipo de assunto. Isso pode ser observado através da vasta gama de itens que é confeccionada com motivos decorativos dessa natureza.

Uma empreendedora, ao se mudar para os Estados Unidos, tomou a decisão de ingressar nesse mercado que adota personagens de contos de fadas em seus produtos. De origem francesa, Sina Faton, achou interessante escolher um filão do mercado ainda pouco explorado: o de roupas de praia voltadas para adultos.

Assim sendo, a empresária idealizou como seriam os biquínis utilizados por princesas como a Branca de Neve e a emblemática Rapunzel. Ela, entretanto, foi ainda mais além, uma vez que não deixou de fora vilãs e demais personagens que fazem parte dessas histórias.

Batizada de Enchanted Bikinis, a empresa fundada por ela vende peças com preços variados, que custam a partir de 100 dólares. Dentre os itens mais demandados à confecção, os biquínis inspirados em sereias são os que mais se destacam, esclarece a empresária.

Embora esteja se dando bem em seus negócios, a formação da empresária é na área farmacêutica. A inspiração para suas criações têxteis remontam de sua infância, quando já se via encantada com as histórias de contos de fada. Ao se tornar adulta, contudo, o desejo de manter viva a atmosfera de fantasia suscitou com que buscasse trabalhar nesse tipo de ramo.

Utilizadora de suas próprias criações, ela esclarece que ao se mudar para uma cidade praiana decidiu comprar este tipo de biquíni e não obteve sucesso. Desse modo, começou a pensar na possibilidade de abrir um negócio que atendesse essa demanda. A francesa explica que a mudança para a Califórnia foi determinante para que isso ocorresse.

Com o passar do tempo, a empresária achou conveniente oferecer à clientela produtos de modo mais completo. Para que isso se tornasse realidade, ela passou a criar diversos tipos de adereços complementares, tais como flores postiças, tiaras, tranças e laços. Até mesmo capas para celulares foram idealizadas por ela, bem como toalhas temáticas.

Saiba mais:

https://revistapegn.globo.com/Empreendedorismo/noticia/2019/01/francesa-cria-linha-de-biquinis-inspirados-em-contos-de-fadas.html

Como passar na primeira fase da OAB?

Como passar na 1° fase da OAB? Para muitas pessoas a OAB é uma incógnita do mundo jurídico, porém, existem algumas dicas que podem fazê-lo se preparar melhor para o exame e para as suas fases. Como diria nossas avós, é necessário ‘começar do começo’ , por isso, veja a seguir dicas para a primeira fase da OAB.

É necessário lembrar que das oitenta questões da prova objetiva, doze delas são formuladas com base no Estatuto da OAB e do Código Ética. Desta maneira, procure estudar diariamente estas matérias, para assim, se sair da melhor maneira possível nelas no dia do exame. Uma outra dica, é se concentrar nas provas de exames anteriores após estudar as matérias teóricas. Resolver estas questões te ajudarão a estar preparado para o dia do exame e familiarizado com as questões.

Uma outra dica, é buscar estudar os livros com comentários de professores, que podem sanar possíveis dúvidas e ainda te familiarizar com o conteúdo.

Outros conteúdos, como o Estatuto da Criança e do Adolescente e o Código de Defesa do Consumidor são assuntos recorrentes do exame com questões objetivas, por isso, estude muito e releia quantas vezes for possível cada uma das questões.

Em relação a parte criminal, leis penais e matérias do gênero, é recomendável que se leia o máximo possível relacionado ao tema. Desde as questões mais óbvias, até a parte criminal do Código de Trânsito Brasileiro; lei seca e outros correlacionados. Leia o máximo lei seca e outros correlacionados. Leia o máximo possível até o dia da prova e tente estudar temas exteriores, mas relacionados a leis. Porém, um dos tópicos mais importantes e que deve ser estudado diariamente (literalmente) é a famosa e ‘dona de tudo’ Constituição Federal. Leia a versão atualizada da mesma com a última emenda, para estar “afiado” para prova objetiva.

Não é fácil, porém, com foco, determinação e vontade você conseguirá dar o seu melhor na prova, além de se preparar com antecedência, com muito estudo e de olho nas notícias.

Estratégias de marketing

Os planos de marketing só podem se desenvolver depois que uma empresa determina vários aspectos sobre seu modelo de negócios. Eles devem entender a missão principal da empresa, quais clientes serão alvo e quem são seus concorrentes. Fazer uma auto-análise cuidadosa pode ajudar as empresas emergentes a definir seu lugar no mercado e definir metas realistas. O tipo de empresa que uma empresa se esforça para ser também afetará suas decisões de marketing. Se uma empresa decidir comercializar para clientes profissionais, provavelmente não usará vídeos virais engraçados no Youtube.

Os detalhes do plano dependerão em grande parte da estratégia de marketing específica que uma empresa escolhe. As estratégias de marketing de relacionamento são significativamente diferentes do marketing viral (veja também Marketing de Relacionamento ) . É importante definir em qual tipo de marketing se concentrar e depois concentrar todos os esforços nessa área. Um plano de marketing abrangente ajuda as empresas a manter esse foco enquanto revisam suas estratégias. A maioria dos planos de marketing não cobre mais de um ano de tempo porque as start-ups enfrentam circunstâncias tão incertas, exigindo que as empresas sejam flexíveis e abertas a mudanças rápidas.

Os planos de marketing empresarial baseiam-se em informações de todos os aspectos da empresa – da produção, ao financiamento e ao pessoal. Para ter sucesso, as start-ups devem trabalhar de forma coordenada para usar seus recursos da forma mais eficiente possível. As decisões de marketing devem refletir as circunstâncias do mundo real que a empresa enfrenta.

As métricas de economia usadas para avaliar o plano de marketing devem refletir os objetivos da empresa. Essas metas podem variar de maximizar lucros, alcançar a base de clientes mais ampla e redefinir um mercado específico. Cada objetivo exigirá uma estratégia de marketing diferente e será avaliado em termos diferentes. As empresas emergentes precisam definir metas quantitativas para si mesmas e depois revisar suas estratégias se essas metas não forem cumpridas. Caso contrário, o crescimento é impossível.

Os gerentes de produto são mais comuns em empresas que oferecem vários produtos de varejo. Eles são responsáveis ​​pelo desenvolvimento de produtos novos e existentes com base em pesquisa de mercado e objetivos da empresa.

Pedidos de novas antenas para sinal de celular em São Paulo é alta

Um dos piores problemas para quem precisa fazer uma chamada urgente ou verificar aquela informação valiosa na internet é a falta de sinal ou uma internet precária. No estado de São Paulo, a diferença do sinal vai depender do bairro em que a pessoa está. Ninguém quer precisar de uma função do celular e no momento mais importante ela simplesmente não funcionar.

O sinal do celular fraco é um problema que pode ser entendido através de algumas constatações. De acordo com um estudo da Abrintel (Associação Brasileira da Infraestrutura para Telecomunicações), as falhas de conexão na cidade de São Paulo estão relacionadas com a falta de antenas de transmissão, pois são elas que espalham os sinais da telefonia móvel.

São cerca de 5.600 antenas que estão instaladas na capital paulista, o nome oficial delas é estação de radiolas (ERBs). Em geral uma maior quantidade de antenas estão nas regiões comerciais como Pinheiros (255), Jardim Paulista (261) e Itaim Bibi (400 ERBs). Consequentemente nessas regiões existe um sinal melhor do que nas outras.

Se levado em conta o número de antenas por números de habitantes de uma região, o bairro que mais tem equilíbrio é o da Sé com 112 antenas instaladas, o que daria uma ERB para 193 moradores. O segundo bairro com uma melhor distribuição é o nobre Itaim Bibi, com uma antena para a quantia de 202 habitantes, enquanto em Pinheiros, o terceiro lugar mais bem distribuído possui uma antena para 243 moradores.

O número de residentes que foi pesquisado pela Abrintel se baseia em um censo que foi realizado no ano de 2010, no entanto, é importante considerar que existem pessoas que trabalham no local e que passam todos os dias pela região. Não se pode saber exatamente a média de antenas de habitantes por essa razão.

Apesar da necessidade a cidade de São Paulo é que mais demora para analisar a viabilidade de novas ERB. A demora de um dos pedidos da Abrintel teve aproximadamente cinco anos para ser aprovada. A prefeitura possui mais de mil pedidos aguardando uma resposta, o que vai causando um impedimento no progresso da melhoria dos sinais, o que não são boas notícias para quem precisa.

3 tipos e exemplos de empresas sociais

Os negócios sociais são pensados primeiramente para ajudar a movimentar e economia local. As empresas sociais são fundadas para resolver uma gama de necessidades sociais e muitas vezes variam em seu modelo. Estas são três abordagens comuns, juntamente com alguns dos melhores exemplos de classe de cada modelo.

O MODELO DE INOVAÇÃO: O que é uma empresa social – Solar Sister é um exemplo do The Innovation Model. A Solar Sister é um exemplo de uma empresa que atende diretamente a uma necessidade social por meio de produtos inovadores. A empresa leva tecnologia de energia limpa até mesmo para as comunidades mais remotas da África rural através de uma rede de vendas direta deliberadamente centrada nas mulheres. Outras empresas sociais que fornecem produtos e serviços inovadores para resolver uma questão social: BioLite, Kiva, Banco Grameen, Drink Soma, FairPhone.

O MODELO DE EMPREGO: O que é uma empresa social – a coleção Faire é um exemplo do The Employment Model. A Faire Collection é um exemplo de empreendimento social que serve ao bem comum empregando pessoas desfavorecidas por um salário justo. A empresa contrata artesãos no mundo em desenvolvimento para criar jóias que são vendidas nos mercados internacionais, proporcionando salários dignos e programas sociais holísticos que proporcionam um caminho para sair da pobreza para seus artesãos. Outras empresas sociais que empregam pessoas desfavorecidas para quebrar o ciclo da pobreza: Raven + Lily, Dez mil aldeias, The Giving Keys, Crianças Krochet, Divine Chocolate.

O MODELO DE DEVOLUÇÃO: O que é uma empresa social – o Roma Boots é um exemplo do Modelo de Devolução. A Roma Boots é um exemplo de um terceiro tipo de empresa social que serve o bem comum, devolvendo cada compra feita. Para cada par de Roma Boots vendido, um novo par recheado com material educacional é doado para uma criança necessitada. Este modelo oferece aos consumidores uma medida inspiradora e palpável de seu impacto e, como a Roma gosta de dizer, “Dá a pobreza a bota”. Outras empresas sociais que retribuem todos os produtos comprados: Sackcloth e Ashes, TOMS, Skyline Socks, Projeto 7, Melhor Livros do mundo.